sábado, 3 de novembro de 2007

Brasil com Marca!

Brasil com Marca!
Esse ano quem levou o caneco de melhor empresa do ano, segundo a Editora Abril, foi a Alpargatas. O maior fabricante de calçados e acessórios esportivos do Brasil faturou o prêmio de melhor do ano por seus avassaladores e suas estratégias diferentes.

A Alpargatas em números:

- Fábricas: 18 em 1981, 8 em 2005
- Faturamento: 1,6 bilhão de reais em 1981, 1,3 bilhão de reais em 2005.
- Funcionários: 27.900 em 1981, 11.400 em 2005 (MAIS COM MENOS!)
- Margem de lucro: 14,6% em 1981, 18,8% em 2005 (MAIS COM MENOS!!!)
- Valor de mercado: 685 milhões de reais em 1981, 1,2 bilhão de reais em 2005 (MAIS COM MENOS!!!)

"O grande mérito da Alpargatas foi ter conseguido o que nenhuma outra empresa nacional obteve até hoje -- estabelecer com sucesso no mercado mundial uma marca brasileira de consumo de massa. Num capitalismo que ainda exporta sobretudo commodities e que quase sempre dá as costas ao marketing, a Alpargatas desponta como brilhante exceção. Em apenas meia década, transformou sua Havaianas numa espécie de ícone do flip flop, como a sandália é chamada lá fora. Graças a um engenhoso programa de relações públicas e eventos que resultam em visibilidade do produto na mídia e, claro, inovações constantes, as sandálias passaram de item popular a acessório de moda, encontradas nos pés de algumas das maiores celebridades do planeta. Na mais recente edição da revista americana Bazaar, considerada uma das bíblias da moda, a personagem da capa, a atriz Jennifer Aniston, pedala uma bicicleta calçada com Havaianas pretas. Os modelos personalizados chegam a custar 300 dólares o par. As sandálias estão nos Estados Unidos, na Austrália, na Europa e no país mais rico da Ásia, o Japão. Já foram cravejadas com cristais Swarovski e decoradas com ouro 18 quilates pela joalheria H.Stern. Desde 2000, as vendas internacionais do produto crescem ao ritmo de 50% ao ano. Mais de 22 milhões de pares de 39 diferentes modelos foram vendidos em 80 países no ano passado."

A Alpargatas investiu em marketing e venceu enquanto outros...

"O resultado chama a atenção sobretudo quando visto da perspectiva do setor brasileiro de calçados. Só no ano passado 60 fábricas de sapatos foram fechadas e mais de 20 000 postos de trabalho evaporaram, em razão da queda de 11% nas exportações brasileiras, provocada pela concorrência chinesa. Como produto, a Havaianas, responsável por metade do faturamento da Alpargatas, tinha tudo para ser mais um artefato brasileiro na mira de fabricantes de baixo custo. A logomarca impressa em sua palmilha funciona, porém, como extraordinária blindagem."

As Havaianas representam 50% do faturamento da Alpargatas no momento. Tênis e artigos esportivos vem em segundo com 39%.

VIDA REGRADA a frente da Alpargatas... confira o modelo de liderança do chefe da empresa...

"À frente da Alpargatas desde 2003 está o executivo mineiro Márcio Utsch, de 47 anos. Filho de um pequeno produtor rural, Utsch foi cobrador de ônibus aos 12 anos e aos 13 ingressou na Mesbla. A rede de magazines, que iria à bancarrota em 1999, pagou seus estudos. Ao deixar a Mesbla, duas décadas depois, Utsch ocupava o cargo de superintendente de compras. Formado em direito e administração de empresas, com MBA no Coppead e cursos no Insead, Utsch foi recrutado há nove anos pelo então presidente da Alpargatas, Fernando Tigre, para formar um time que receberia a missão de colocar a companhia de volta nos trilhos. Na época, a Alpargatas -- com uma estrutura gigante -- mergulhara numa crise que manchava seu balanço. A reestruturação imposta por Tigre e seus diretores é um dos marcos recentes de sua história. Foi o próprio Tigre quem defendeu o nome de Utsch para sucedê-lo, numa seleção da qual participaram outros dois diretores, além de cinco executivos de fora da empresa. "Márcio foi, desde o início do processo, um candidato fortíssimo", diz Tigre. "Ágil e agressivo, se sai muito bem diante de desafios." Dentro e fora da Alpargatas, Utsch é reconhecido mais pela capacidade de decidir e executar rapidamente do que por conceber estratégias. Disciplinado, instituiu multas de 50 reais aos executivos que chegam atrasados às reuniões semanais da diretoria. Numa empresa dependente de marketing, é um autêntico marqueteiro. "Ele ouve de verdade a equipe e sabe delegar", afirma Gumercindo de Moraes Neto, diretor de artigos esportivos. "O resultado é que todos se comprometem com as metas." Sábado sim, sábado não, Utsch percorre lojas, onde observa a exposição das marcas da Alpargatas em vitrines e prateleiras. "Se vejo algo de que não gosto, chamo um de meus diretores", diz. Também visita os 50 principais clientes duas vezes ao ano e os demais ao menos uma vez. Sua experiência no varejo da Mesbla está sendo valiosa nessa fase da Alpargatas. "Márcio tem muita familiaridade com a dinâmica do comércio", afirma o empresário Sebastião Bonfim, dono da Centauro, rede de 76 lojas de material esportivo que é um dos principais clientes da Alpargatas. Desde que Utsch assumiu a presidência, o número de novidades quase quadruplicou. Foram 412 lançamentos no ano passado, entre eles acessórios e tênis Rainha, Mizuno e Topper."

Os números da Havianas nesse momento... 3 bilhões de pares vendidos desde 1962, 148 milhões de pares comercializados no ano passado, 80 países são abastecidos com a sandália Havaianas, 15% da produção foi exportada no ano passado, ante 1,3% em 1999, 52 mil reais foi o preço de venda da Havaiana H.Stern no Brasil, 20 dólares é o preço médio de um par nos EUA, quase cinco vezes mais que no Brasil, 20,6% da receita de vendas provém da Austrália, o principal consumidor, seguido pelos EUA, com 14% 450 000 pares são produzidos a cada dia na fábrica de Campina Grande, na Paraíba.

A Alpargatas segue a trilha da Nike...

"A Alpargatas segue de perto os passos táticos da Nike. Como no caso da empresa americana, cada uma de suas marcas é vinculada a um segmento esportivo. O passo seguinte é patrocinar atletas de destaque em cada categoria. A marca de tênis Rainha foi ancorada no voleibol. A Topper, vinculada ao futebol, produz uniformes que vestem as equipes do São Paulo, Cruzeiro, Goiás e Sport Recife. A Topper estabeleceu sua liderança no Japão em produtos para futsal. De um ano para outro, as vendas no mercado japonês aumentaram 30% e atingirão mais de 300 000 pares neste ano. Alguns itens chegam a ser vendidos pelo correspondente a 100 dólares -- o dobro do que custa no Brasil. A Mizuno, identificada com corridas, foi a marca com o maior número de lançamentos no ano passado -- 71. O modelo Wave Creation 6 incorporou um equipamento de MP3 e um mini-CD. Todas as inovações originam-se no centro de desenvolvimento da empresa, na cidade gaúcha de São Leopoldo, que neste ano recebe 12 milhões de reais em investimentos. "No passado, o ciclo de vida de um tênis chegava a um ano", afirma Moraes Neto. "Hoje são quatro meses." Atualmente, a Alpargatas consegue lançar um modelo por mês. Nenhuma das marcas isoladamente supera as vendas do tênis mais vendido no Brasil -- o Olympikus, da gaúcha Azaléia. Mas, juntas, as três linhas de tênis da Alpargatas detêm 11% do mercado. E é com elas que a companhia planeja se tornar líder de vendas na América Latina. "Nossa vantagem competitiva sobre as marcas internacionais se concentra no parque industrial e na velocidade com que podemos suprir as redes de varejo", diz Neto. Uma prática que Utsch introduziu foi lançar duas coleções por ano, em vez de uma, e vender os novos modelos mês a mês, seguindo o ciclo de sazonalidade do varejo. "A Alpargatas é hoje uma das melhores empresas da linha esportiva", diz Bonfim, da Centauro. "Bem diferente da década de 80, quando era, provavelmente, a mais arrogante.""

A revolução interna...

"Naquele tempo, a Alpargatas vinha andando de lado, vitimada pela síndrome da elefantíase que de tempos em tempos acomete empresas que se acomodam na liderança. Com a abertura do mercado brasileiro, a companhia passou a experimentar forte concorrência. Pesada, sem foco nem sensibilidade para as novas demandas de moda do consumidor, também abriu espaço para que concorrentes como a gaúcha Grendene avançassem em seus domínios. Sua marca Samoa, que detinha 60% do mercado de chinelos expandidos, ficou reduzida a 10% no confronto com a rival Rider, da Grendene. Mesmo as vendas da popular Havaianas, lançada em 1962, apontavam franco declínio. Para agravar o quadro, em 1994 a Nike decidiu não renovar com a Alpargatas o contrato de licenciamento de sua marca no Brasil, que correspondia a 25% das vendas da empresa. "A Alpargatas fez investimentos de 100 milhões de dólares na Argentina, no Chile e na Espanha, que não deram retorno", diz Luiz Roberto Nascimento, vice-presidente do conselho da Camargo Corrêa e representante de um dos três ramos familiares donos da companhia."

E FORA com a mediocridade...

"Foi quando os maiores acionistas -- além da Camargo Corrêa, Bradesco e o fundo de pensão Previ -- decidiram intervir e recrutaram Tigre. Contratos de licenciamento com grifes como Polo Ralph Lauren, Fido Dido e Arrow foram desfeitos. Uma cadeia de lojas, a Jeaneration, foi fechada, assim como foram desativadas as operações internacionais. Só a filial argentina produzia perdas mensais de 350 000 dólares. Nesse movimento de reinvenção do negócio, o lema era que só permanecessem produtos e marcas com possibilidades de ter um futuro rentável. Uma delas era a Havaianas, que àquela altura começava a ser reconhecida como um caso sem precedentes de reposicionamento de marca. Por décadas, calçar Havaianas era visto como atestado de pobreza -- o que afastava os consumidores da classe média. A sandália era vendida, com mais freqüência, em mercadinhos de bairros. A pedra de toque da conversão foi o lançamento, em 1994, da linha Havaianas Top, impulsionada por maciços investimentos em campanhas publicitárias protagonizadas por astros do futebol e estrelas globais. Sucessivos ciclos de inovação em estilos e cores, que passaram a ser pesquisados com a ajuda de birôs internacionais, romperam com o velho estigma e valorizaram o produto. Para reforçar o front de vendas internacionais, a companhia contratou assessores com bons contatos com a imprensa de moda e celebridades. Atrizes como Julia Roberts, Nicole Kidman e o cantor Sting foram flagrados com Havaianas nos pés. A sandália da Alpargatas entrou no circuito de editoriais de revistas prestigiadas, como as americanas Vogue, InStyle e Harper's Bazaar. Criou-se, assim, um ciclo virtuoso em que citações nos editoriais de moda e anúncios, além de exposição em vitrines prestigiadas, passaram a incentivar as encomendas dos distribuidores internacionais. Em conseqüência, o status da marca foi reforçado no Brasil. Comercializada em pontos selecionados, como as Galeries Lafayette e Céline, ou em butiques badaladas de Miami, mesmo quem não compra as sandálias de borracha produzidas pela Alpargatas no interior do estado da Paraíba sabe do que se trata quando ouve o nome "Ra-vyah-nas". "Estamos apenas arranhando o potencial de vendas externas", diz o empresário Silvio Tini de Araújo, conselheiro e um dos maiores acionistas da Alpargatas."

A invasão dos EUA...

"Entre os 1 800 varejistas americanos que vendem Havaianas, destacam-se redes como Bloomingdale's, Nordstrom e Neiman Marcus. Na França, onde o modelo básico custa de 20 a 25 euros o par, surgiu uma febre em torno da Havaianas. "Há colecionadores sempre em busca do último modelo", disse a EXAME Chantal Chevaler-Barrat, sócia-diretora da TudoBem, distribuidora exclusiva da marca em Paris. Modelos customizados de Havaianas, que custam de 35 a 40 euros, conforme os acessórios empregados, provocam fila de espera nas Galeries Lafayette. Os 3 000 pares comercializados pela TudoBem em 2001 transformaram-se em 360 000 neste ano graças a ações como um desfile do estilista francês Jean Paul Gaultier com modelos calçando a sandália. "A marca anda tão notória por aqui que qualquer sandália de dedo é chamada de Havaiana", afirma Chantal. Tal como na França, seu público-alvo na Itália é a faixa jovem entre 15 e 30 anos. A expectativa, de acordo com o distribuidor Alberto Regis, é que 500 000 pares sejam comercializados até dezembro pelos seus 1 400 clientes do varejo. Regis compra o par por 3 dólares e o revende às lojas pelo equivalente a 8,4 dólares."

E os caras vão conquistar o mundo...

"É justamente essa fatia que fica pelo caminho entre a empresa e a loja que a Alpargatas pretende resgatar com a inter nacionalização. A expectativa é que, com o aumento de vendas, a receita em dólares cresça 30% num período de três a cinco anos. O mercado americano de sandálias movimenta cerca de 2 bilhões de dólares em vendas a cada ano. "Queremos construir nos Estados Unidos uma empresa de 500 milhões de dólares em vendas anuais", diz Araújo, da Camargo Corrêa. A estratégia que vem sendo desenhada por ele e Utsch há um ano prevê a implantação nos Estados Unidos de departamentos de design, marketing e finanças, além de azeitada máquina de vendas. Construir e tornar uma marca conhecida no mercado americano é uma tarefa hercúlea, que exige investimentos de centenas de milhões de dólares. Metade dessa tarefa a Alpargatas já fez. Com sua base local, planeja acelerar as vendas e capturar boa par te da margem que fica no canal de distribuição. "A indústria brasileira estruturou-se no século passado para beneficiar matérias-primas, mas hoje se vê que o que soma mesmo valor é o intangível, traduzido por imagem e marca", diz Nascimento, da Camargo Corrêa."

Mesmo com as dificuldades que sabem que têm...

"A Alpargatas contratou duas conhecidas consultorias internacionais para assessorar suas equipes no ataque ao mercado americano. Uma delas é a americana Brighthouse. Sua missão é estabelecer o conceito da marca Havaianas com base nas percepções de consumidores brasileiros e estrangeiros colhidas em pesquisas de imagem. A outra é a Future Concept Lab., de Milão, encarregada de definir que outros acessórios a marca pode abrigar. A empresa seguiria, assim, uma tendência recentemente estabelecida por marcas como as alemãs Puma e Adidas. No ano passado, foi lançada a Havaianas Socks, meia adaptada para quem calça a sandália. O objetivo é estimular seu uso em regiões de clima frio e úmido. Como todo artefato de moda, a Havaianas está sujeita às ciclotimias do mercado. "Uma competência visível da Alpargatas é pesquisar e desenvolver coleções com cores e materiais sintonizados com as últimas tendências", diz Luciane Robic, consultora paulistana de moda e estilo. "Outra diz respeito à linguagem que mexe com o comportamento: se você não compra determinado modelo da Havaianas, fica fora de moda." Um risco embutido no processo de internacionalização é que uma repentina massificação de vendas acabe por afastar os aficionados da marca -- uma espécie de clube de consumidores ligados em moda. "O maior desafio da expansão no mercado externo será calibrar o crescimento de volumes com uma velocidade que não comprometa a imagem de objeto de desejo que a marca conquistou lá fora", afirma Carla Schmitzberger, diretora da unidade Havaianas. A Alpargatas fez muito até aqui. Precisará fazer muito mais para consolidar-se como uma empresa brasileira de caráter e marcas globais."

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